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Dia do Luto GRUNGE: 27 anos sem Kurt Cobain e 19 anos sem Layne Staley

segunda-feira, 5 de abril de 2021| 0

 

Montagem: Autor desconhecido

Com certeza eu já tinha sobre "Kurt Cobain morreu há 18 anos, Layne Staley há 10" e já fiz outra homenagem no post "19 anos sem Kurt Cobain e 11 anos sem Layne Staley" e também "Dia do Luto GRUNGE: 20 anos sem Kurt Cobain e 12 anos sem Layne Staley" falando sobre essas perdas importantes. Dessa vez eu quero falar sobre essas perdas importantes e vou atualizar esse post

Eu curto NIRVANA e Alice In Chains desde os 12 anos quando Kurt Cobain e Layne Staley eram vivos mas na época eu não sabia o que era o GRUNGE e 11 anos atrás graças ao um amigo eu me aprofundei e conheci muito sobre o Grunge e sobre suas ideologias.


#27AnosSemKurtCobain

- Pra quem me conheceu na época do Orkut e no começo do Facebook e Twitter, eu sempre declarei que eu era Grunge e muito fã do Nirvana e mesmo que hoje eu não seja mais Grunge (apenas um curtidor das músicas e bandas Grunge) não posso esquecer de Kurt Cobain e do seu legado como músico, influenciador e como pessoa humilde que sempre foi.

- Kurt Cobain era uma pessoa muito bem simples perto de muitos músicos que eram famosos.

- Aqui no Brasil, Kurt Cobain era muito amigo do João Gordo e foi na Galeria do Rock... e com relação aos autógrafos, com ele não tinha esse negócio de se sentir famoso... Apenas ele distribuía autógrafos para os fãs que pedia sem se sentir indignado.

- Com o Kurt Cobain (e também com o Nirvana) não tinha esse negócio de música perfeita e sempre errava Riffes, letras e melodias das música além da sua voz 100% Rouca e o que eu posso dizer (evitando palavras torpes ou simplesmente palavrões), ele não estava nem aí e era o que ele sempre foi.
- As suas músicas abordava muitas críticas como as rimas de um padrão de música em torno de uma sociedade 100% alinhada e perfeita e também a música Come As You Are que dizia "Seja como vc é" e também a emblemática "Smells Like Teen Spirit" que era diante de um perfume e abordava o Espírito Jovem daquela época.

- Diferente de Eddie Vedder que tinha a sua abordagem política, Kurt Cobain não tinha um pensamento político e sim uma abordagem de como deveríamos ser de fato e muitas de suas música eram melancólicas, mas tinha muitas músicas que abordava muitas crítcas sociais com aquele tom de revolta e o Grunge do Nirvana surgiu muito do Punk Rock.

- Sobre o seu falecimento (que pra mim foi de fato suicídio) foi muito decorrente do excesso de uso da droga heróina que foi o seu maior vício e infelizmente o seu corpo foi achado 3 dias depois de sua morte na estufa de sua casa.

Hoje eu quero prestar essa homenagem pois Kurt Cobain faleceu com 27 anos e hoje completou 27 anos de seu falecimento

Eu não idolatro mais músicos, sou cristão e conservador, mas eu não posso esquecer do legado do Kurt Cobain e do Nirvana e durante uma fase que eu vivi muito para baixo, eu comecei a entender sobre Kurt Cobain e cheguei a me vestir como ele se vestia e até tentei deixar o meu cabelo crescer, mas hoje eu voltei a ser como eu era antes de curtir Rock pra valer

Em meio a essa homenagem, eu quero deixar essa homenagem ao Kurt Cobain com a música Smells Like Teen Spirit do Nirvana

https://youtu.be/hTWKbfoikeg


Kurt Cobain faz parte do Clube dos 27 e hoje fez 27 anos de seu falecimento.

Também não posso esquecer do nosso Poeta Layne Staley que faleceu há 19 anos por overdose e seu corpo em estado de decomposição e só foi identificado pela carga dentária.

Layne era vocalista do Alice In Chains (banda de maior destaque que 3 anos após o seu falecimento foi substituído pelo Willian DuVall), Mad Season e Class of '99


Deixarei um vídeo do Alice In Chains onde Layne Staley quase deu entrevista na TV Cultura


Quando completar 20 anos de seu falecimento, eu farei uma homenagem ao Layne Staley

Na década de 2010 tivemos três grandes falecimentos no mundo do Grunge que foi Mike Starr  (08/03/11) que completou 10 anos, Scott Weiland do Stone Temple Pilots (03/12/2015) que fez 5 anos e Chris Cornell do Soundgarden e Temple of the Dog (18/05/2017) que completará 4 anos e é algo muito triste no Rock Grunge, porém deixaram os seus legados.




50 anos de Jerry Cantrell

domingo, 20 de março de 2016| 0
Nesta Sexta-Feira (18/03/16) Jerry Cantrell completou meio século de vida e como estou sem muito tempo vou deixar uma entrevista um pouco polêmica em que ele nunca gostou do termo "GRUNGE"

 
Ídolos da geração grunge, o Alice in Chains foi um dos grupos responsáveis pela renovação do heavy metal no início da década de 90, trazendo peso e uma atmosfera  mórbida e depressiva para o estilo. Uma das principais atrações do Palco Mundo do Rock in Rio na quinta (19), o grupo ainda passa por Porto Alegre no dia 24, onde toca no Pepsi On Stage, e em São Paulo no dia 26, onde se apresenta no Espaço das Américas. Em entrevista por telefone para o UOL, o guitarrista e fundador da banda, Jerry Cantrell, falou sobre metal, grunge, influências e exigências "gourmet" no camarim.

A banda já tocou anteriormente no Brasil no extinto Hollywood Rock, em 1993, quando o grunge - rótulo usado para agrupar especialmente bandas de Seattle como Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e o Alice in Chains -  estava em alta. Mais recentemente, voltaram para tocar no SWU em 2011, já com o novo vocalista, William DuVall, que substituiu Layne Staley, morto por overdose em 2002. "Nos últimos 12 anos nosso show tem sido a mesma coisa", diz o guitarrista, rindo. "Mas temos muito orgulho de sempre operar em alto nível", completa, sem falsa modéstia. Sobre o repertório, ele avisa que deve tocar um pouco de cada disco.

Segundo Cantrell, a participação da banda na atual edição do Rock in Rio surgiu através de um convite do Metallica, atração principal do quarto dia do evento. "Eles pediram e nós aceitamos", diz ele, que afirma achar "ótima" a escalação da quinta, composta por diversos grupos e artistas com quem já dividiram o line-up anteriormente em outros festivais.

"Nunca gostamos de ser chamados de 'grunge'. Acho que nenhum grupo de Seattle gosta do termo. Todas as bandas eram únicas, nenhuma queria ser igual à outra"

Apesar de apresentar um estilo diferente da maioria das bandas de Seattle durante o auge do grunge e de nunca ter feito parte do catálogo de gravadoras emblemáticas do estilo, como a SubPop, que ajudou a catapultar o sucesso da maioria das bandas locais, Cantrell conta que a cena local era bastante unida. "Nós íamos nos shows uns dos outros, dividíamos dinheiro, equipamentos, tudo", diz.

Mas, enquanto colegas como Nirvana e Mudhoney tinham forte influência do punk rock e da cena indie de então, as referências do Alice Chains vinham quase todas de metal e rock clássico. "A maioria das coisas que fazíamos quando começamos era inspirada pelo rock inglês clássico, mas também ouvíamos bandas americanas como Van Halen e Aerosmith. Uma grande influência foi o AC/DC. Mas também gostávamos de Iron Maiden, Judas Priest, Scorpions, Pink Floyd, Led Zeppellin...", conta.

Outra coisa em comum entre os colegas de geração era o repúdio ao rótulo "grunge". "Nunca gostamos de ser chamados de 'grunge'. Acho que nenhum grupo de Seattle gosta do termo. Todas as bandas eram únicas, nenhuma queria ser igual à outra. Soundgarden era diferente do Nirvana, que era diferente do Pearl Jam, que era diferente do Screaming Trees, era uma coisa original", diz.

Usando o heavy metal como sua principal inspiração, o Alice In Chains surgiu durante o auge da estética "poser" do estilo, com artistas como Warrant e Poison carregando na maquiagem e cantando letras hedonistas sobre carros e garotas. O som e o visual da banda, ao contrário, era cru, despojado e pesado, quase uma fantasia de morbidez narcótica. "Não estávamos interessados em fazer música leve, bonitinha. Queríamos fazer algo real. Então muitas coisas vinham de sentimentos ou de experiências pessoais", explica.

"Não somos negativos, apenas refletimos as coisas ao nosso redor, assim como as coisas dentro de nós. Você comete mil erros. Há muita beleza na vida, mas para chegar lá é preciso que você passe por muita m..."

Cantrell concorda ao ouvir se ele acha que o Alice In Chains foi um dos principais responsáveis por dar uma guinada radical na definição de metal durante a década de 90. "Fomos com certeza parte de uma mudança", diz ele. "Novas gerações chegam e mudam tudo, isso é normal. Mas, dito isso, gosto de muitas bandas dos anos 80, é apenas um 'sabor' diferente", conta ele. "Amávamos música e arte, mas óbvio que também queríamos fazer sucesso", completa.

Longe de ser uma mera fonte de temas para as letras, depressão e vício em drogas parecem ter sido constantes na carreira do grupo, que só retomou as atividades três anos após a morte de Staley, quando DuVall assumiu o microfone. "Não somos negativos, apenas refletimos as coisas ao nosso redor, assim como as coisas dentro de nós. Você comete mil erros. Há muita beleza na vida, mas para chegar lá é preciso que você passe por muita merda", relativiza Cantrell.

Com uma lista de pedidos de camarim que inclui culinária asiática e sucos naturais, quando questionado se isso não parece irônico considerando a imagem "junkie" da banda, ele ri, surpreso por saber que as exigências tinham sido divulgadas. "Quando você é jovem tudo bem", diz ele sobre beber e usar drogas em viagens, "mas quando fica mais velho precisa se cuidar melhor, cuidar da 'máquina' para que ela funcione. Não é fácil manter a forma em turnê, ficar um ou dois anos na estrada pode ser bem exaustivo", finaliza.

Fonte: UOL

Jerry Cantrell comemorou seu meio século de vida ontem, com festinha para amigos como Sebastian Bach, Lars Ulrich, Matt Sorum e outros, em sua residência na Califórnia. E claro que o andador é uma brincadeira em referência a sua quase terceira idade!


Infelizmente não deu pra eu fazer uma postagem caprichada, mas eu não posso esquecer deste guitarrista GRUNGE.

Alice in Chains: Álbum "Facelift" completa 25 anos e Layne Staley estaria com 48 anos

sábado, 22 de agosto de 2015| 0


No final do Verão 1990, a história da música sentou-se na ponta de uma faca, oscilando entre regra música pop do Reagan era persistente e a insurreição de rock alternativo. Heavy metal, em particular, parecia atolada em cabelo-band mediocridade ou o cultivo thrash estagnação - com a morte e black metal ainda apenas ganhando força no subsolo. No início, Alice in Chains pode não ter parecido como prováveis ​​candidatos a subir acima de tudo.

Eles tinham, é claro, o espectáculo de sua própria chicana glam-metal de durante uma encarnação mais cedo Chains Alice n '. Naquela época, no entanto, o cantor Layne Staley ainda tinha que fazer o conhecimento do guitarrista Jerry Cantrell, o baixista Mike Starr eo baterista Sean Kinney. Uma vez que ele fez, o Alice in Chains reiniciado rapidamente deslocaram-se para um som mais pesado, mais escuro se ainda completamente metálico - que refletiu a crescente onda de pós-punk, bandas de hardcore pós inundando superior Noroeste da América.

Eventualmente, Soundgarden, Mudhoney, Nirvana e Pearl Jam iria ajudar a definir o futuro movimento conhecido como grunge, mas era Alice in Chains que atacaram ouro e platina, em seguida, antes que o resto.

Facelift, já certificada em mais de dois milhões em vendas, chegou em 21 de agosto de 1990, com um par de singles riff pesado em "We Die Young" e "Man in a Box." Em outros lugares, no entanto, foram menos convencional, longe canções mais texturizadas como "Bleed the Freak," "I Can not Remember" e "Amor, ódio, amor", onde melodias sombrias e letras elípticas lançou um holofote sobre de Staley e Cantrell tempos deliberadas e harmonias haunting - mesmo como o último de solos de pirotecnia continuamente ligou os pontos de volta para Alice no país das raízes de metais pesados ​​'Correntes. Enquanto isso, outros Facelift destaques como "Sea of Sorrow", a moagem "Ele não é assim" e positivamente ameaçador "Real Thing" dividir a diferença entre esses dois extremos, enquanto curiosidades como "Sunshine" e "Eu sei Somethin '( 'Bout You) "flertou com o funk metal tendência de curta duração.

Essa capacidade de adaptação permitiu Alice in Chains para navegar pelas águas turbulentas da cena da música atual com relativa facilidade. Juntaram-se ao Clash centrada no metal do passeio Titans (co-encabeçado pelo assassino, Megadeth e Anthrax), por um lado, e pôs-se ao longo do Soundgarden semelhante precoce como as primeiras bandas grunge de capitalizar sobre o grande salto rótulo.

Dentro de um ano de  Facelift chegada 's, do Nirvana de Nevermind mudou oficialmente a atenção do mainstream novo som emergente de Seattle. Mas como Facelift lembra, Alice in Chains foi um dos primeiros agentes da nova guarda de mudança.


Fonte: Ultimate Classic ROCK



Nirvana: Jerry Cantrell surpreso com nomeação antes do Pearl Jam

quinta-feira, 22 de maio de 2014| 0
Exatamente isso: A matéria fala sobre NIRVANA e Pearl Jam e o lider do Alice In Chains é destaque

JERRY CANTRELL do ALICE IN CHAINS falou ao Cleveland.com sobre a recente nomeação do NIRVANA ao Rock and Roll Hall of Fame, fazendo deles a primeira banda grunge da cena de Seattle a ser nomeada. “É bem merecido”, disse CANTRELL. “Eu amei aqueles caras”. Mas o vocalista / guitarrista acrescentou, “Eu fiquei surpreso em vê-los entrar antes do PEARL JAM. Eles entraram por conta do ‘Bleach’, que não foi um grande disco até o ‘Nevermind’ se tornar um sucesso.”.

CANTRELL admitiu que seria legal o ALICE IN CHAINS ser nomeado mas, “Se mesmo uma do nosso grupo (das bandas de Seattle) foi considerada e nomeada, isso significa muito para eles e, consequentemente, para toda a nossa cidade.”.

CANTRELL estava despontando na cena musical de Seattle ao mesmo tempo que o NIRVANA e encontrou KURT COBAIN ocasionalmente. “Eu não conhecia o Kurt tão bem, mas foi um cara que eu sempre admirei.”. JERRY falou ao The Pulse of Radio. “Nós não passamos muito tempo juntos, mas as poucas vezes que nós estivemos juntos, você sabe, foram tempos que eu sempre lembrarei. Sabe, ele foi um cara muito bacana, uma alma verdadeiramente genuína saca, e um artista incrivelmente talentoso.”.

CANTRELL foi questionado em uma entrevista de 2013 com a Radio.com sobre as chances da banda dele ser nomeada para o Rock and Roll Hall of Fame. O álbum de estréia do ALICE IN CHAINS, “Facelift”, foi lançado em 1990, o que faria o grupo ser elegível em 2015. CANTRELL, que se apresentou na cerimônia do ano passado com os nomeados do HEART, falou sobre a possibilidade: “Nós não estamos nisso pra ganhar prêmios. E essa é a atitude com a qual eu entrei lá. E eu tenho que dizer, honestamente, que a minha opinião mudou um pouco após eu ser convidado com o HEART e ter visto o quanto isso significou pra eles. Foi um show bacana, foi com muito respeito. Eu meio que mudei de ideia.”.

CANTRELL acrescentou, “Eu também gostei do que o NEIL PEART (baterista do RUSH e membro do Rock and Roll Hall of Fame) falou: ‘Por anos, nós temos dito que isso não é uma grande coisa. Acontece que é uma coisa enorme!’. Foi bacana vê-lo dizer isso.

As bandas PEARL JAM e SOUNDGARDEN, amigas do ALICE IN CHAINS, estão aptos ou quase aptos à elegibilidade. SOUNDGARDEN já é elegível, enquanto o PEARL JAM vai celebrar 25 anos desde o lançamento do “Ten” em 2016.



Fonte: Nirvana: Jerry Cantrell surpreso com nomeação antes do Pearl Jam whiplash.net

Dia do Luto GRUNGE: 20 anos sem Kurt Cobain e 12 anos sem Layne Staley

sábado, 5 de abril de 2014| 1
Montagem: Autor desconhecido
Com certeza eu já tinha feito há dois anos atrás sobre "Kurt Cobain morreu há 18 anos, Layne Staley há 10" e já fiz outra homenagem no post "19 anos sem Kurt Cobain e 11 anos sem Layne Staley" falando sobre essas perdas importantes. Dessa vez eu quero falar sobre essas perdas importantes e vou atualizar esse post

Eu curto NIRVANA e Alice In Chains desde os 12 anos quando Kurt Cobain e Layne Staley eram vivos mas na época eu não sabia o que era o GRUNGE e 11 anos atrás graças ao um amigo eu me aprofundei e conheci muito sobre o Grunge e sobre suas ideologias.




Kurt Cobain tinha uma voz muito rasgada e rouca e não se importava com o que dizia. Escrevia musicas simples porém impactantes como School, Territorial Pissings, Tourette's; Músicas calmas como Something In The Way e Dumb; Músicas polêmicas com Stay Away (que fala indiretamente sobre o preconceito com seu amigo de adolescência que era gay) e Rape Me; E Músicas de destaques como Smells Like Teen Spirit, Pennyroyal Tea, Heart Shaped Box.

O que posso dizer é que no dia 18 de Março de 1994, Kurt estava tentando cometer seu primeiro suicídio e sua esposa Courtney Love tentou arrombar a porta de seu quarto, não conseguiu mas por sorte ela conseguiu abrir a porta e disse ao Kurt com a arma pra cabeça "EU VOU ME MATAR" pro Kurt sofrer um choque e ele pediu pra ela não se matar e o Mito Grunge desistiu. Mas sobre a sua morte no dia de hoje em que completa 20 anos o mistério pode ser resolvido e tudo tem a dizer que Courtney o Matou apesar de eu acreditar em suicídio do Kurt

Créditos: Minha autoria pessoal

Veja outros depoimentos


O que posso dizer sobre Lana Del Rey é que tenho uma grande admiração por ela pelo fato dela ter uma grande consideração pelo Kurt e até quis fazer um cover do clipe Heart Shaped Box que foi o mesma música que a Amy Lee do Evanescence fez e me desculpe fãs do Hole, mas a Courtney Love disse para a Lana Del Rey que a música Heart Shaped Box fala sobre a “BUCETA” da Courntey e depois não quer ser aloprada essa Viúva Louca do Kurt Cobain. Tem horas (e sempre) que a Courtney só faz MERDAS só porque ela é a Viúva do Kurt Cobain. A Courtney Love sepultou o NIRVANA junto com o Kurt Cobain e Dave Grohl entrou na justiça contra Courtney e milhares de músicas B-Side e Inéditas foram descobertas para serem tocadas e vendidas. Quando o Nirvana começou não tinha Courtney e pela história o Kurt Casou com a Courtney e acho que foi muito depois do lançamento do Album Nevermind (depois pesquiso pra corrigir a data certa), mas ela quis ser a dona do Nirvana e perdeu feio. Tive que incrementar esse assunto porque a Courtney Love foi uma grande pedra no sapato do Nirvana.

Integrantes de destaque do Nirvana Dave Grohl e Krist Novoselic ambos fizeram a sua homenagem ao Kurt Cobain







Também a Banda Foo Fighters que é do Dave Grohl homenageou o Kurt Cobain neste dia tão triste para nós


E jamais posso esquecer da Homenagem que Eddie Vedder que fez ao Kurt Cobain após sua morte. O vocalista do Pearl Jam e agora também em carreira solo sempre teve sua admiração e amizade com o Kurt. Podemos ver que as músicas do Nirvana e do Pearl Jam são completamente diferentes apesar de ser GRUNGE com muita revolta e destruição de guitarras, contra-baixo, microfone e bateria. Os dois poderia não ser amigos íntimos, mas eram muito amigos e as duas bandas estiveram na mesma turnê

Eddie Vedder homenageando Kurt Cobain no Sartuday Night Live
E tenho também um vídeo que fala sobre a amizade do Eddie Vedder com o Kurt Cobain



Eu acompanho várias páginas GRUNGES e páginas de FC do NIRVANA e só vejo pessoas admirando o Kurt que deixou um grande legado e nos ensinou a ser o que somos e não o que a sociedade rotula nestes 20 anos de saudades.

Até 5 de abril de 1994 acabou o ciclo GRUNGE e depois deste dia iniciou o ciclo Post Grunge. (no começo dos posts, tem essa história.

Como cristão protestante eu não tenho ídolos e principalmente de quem já morreu. Eu sempre respeitei o protestantismo como religião, crença e fé em DEUS, mas mesmo seguindo rigorosamente o cristianismo, eu sempre ouvi ROCK de preferencia o GRUNGE por falar sobre muitas realidades e usar a melancolia como uma forma que ser mais realista e superar obstáculos doloridos. Foi isso que aprendi ouvindo Nirvana.

Layne Staley sobre Kurt Cobain
Sobre Layne Staley (Alice in Chains e Mad Season) eu posso dizer que ele era um POETA do GRUNGE pois ele sabia compor suas músicas e expressava seu lado melancólico. Layne era muito diferente de muitos que curte GRUNGE porque ele tinha um estilo próprio.

Vocalista do Alice In Chains com integrantes de origem do estilo Metal, Layne era uma das peças que fez uma Banda Grunge com um estilo muito mais estruturado e ao mesmo tempo carregando a sua melancolia. Formado por ele próprio, Jerry Cantrell, Sean Kinney e Mike Starr (que posteriormente foi substituído por Mike Inez). O único problema do Layne foi a overdose de Drogas.

Quem tentou livrar Layne Staley das drogas foi justamente o Guitarrista do Pearl Jam Mike McCready. Poderia dizer que ele foi um anjo pro Layne pois juntos formaram a banda Mad Season que começou a ser uma banda "UNDERGROUND" mas tornou-se um grande sucesso com músicas como Lifeless Dead e  I Don't Know Anything (digo, as minhas favoritas) e infelizmente essa parceria não deu certo pro Layne. Eu não vou entrar em muitos detalhes, mas Layne continuou com as drogas que foi muito triste.

Após a morte do Baixista John Baker Saunders, parece que a banda tinha acabado e Layne ficou somente no Alice In Chains.

Sua morte foi justamente no aniversário do Mike McCready e ao mesmo tempo quando completou 8 anos sem Kurt Cobain. Layne deixou um legado no Alice In Chains e Jamais será esquecido.





Alice In Chains: Novos Clipes “The Devil Put Dinosaurs Here” E “Voices”

terça-feira, 10 de setembro de 2013| 1


Para assistir, clique no player acima.

As faixas ”The Devil Put Dinosaurs Here” e “Voices” estão no novo álbum do Alice In Chains, lançado em maio. O disco está disponível para compra no iTunes; clique aqui!

Alice in Chains quer frango fatiado e mixer para fazer sucos em camarins

Camarins de artistas são sempre objeto de interesse de seus fãs. Afinal, não são raras exigências de grandes extravagâncias no histórico das grandes turnês da música contemporânea, como melancia quadrada (Axl Rose), tanques com máscaras de oxigênio (AC/DC) ou o já lendário pote de M&Ms sem a presença de doces da cor marrom (Van Halen).

Os músicos do quarteto de Seattle William DuVall e Jerry Cantrell durante show em agosto, em NY Foto: Getty Images
Os músicos do quarteto de Seattle William DuVall e Jerry Cantrell durante show em agosto, em NY
Mas o Alice in Chains foi humilde em sua lista de exigência para os camarins dos shows que a banda faz no Brasil no mês de setembro. Os norte-americanos se apresentam no Rio de Janeiro (Rock in Rio), Porto Alegre e São Paulo, respectivamente, nos dias 19, 24 e 26 de setembro.

Para as apresentações nas capitais paulista e gaúcha, por exemplo, a banda pediu dois menus diários. Na primeira, quer opções da culinária italiana; na segunda, comida asiática, tailandesa e indiana. Nos camarins, o Alice quer frango fatiado, roast beef, além de uma seleção de queijos e biscoitos salgados.

Para se refrescarem, ainda pediram por um mixer para fazer sucos de frutas e legumes, destacando gengibre, maçã, cenoura, aipo e laranja. O quarteto atualmente promove o quinto álbum de sua carreira, The Devil Put Dinosaurs Here, lançado em maio deste ano.

Layne Staley completaria 46 anos

quinta-feira, 22 de agosto de 2013| 0

Em 22 de agosto de 1967 nasce Layne Staley, vocalista do Alice In Chains e do Mad Season, tinha uma voz impactante e perfeita em suas músicas além de sua melancolia pura. Não quero entrar em detalhes, mas quero fazer uma homenagem a esse grande mito do GRUNGE que hoje completaria 46 anos.

Uma coisa que posso dizer sobre Layne Staley é que ele era muito diferente dos outros Grunges pois não quebrava seus instrumentos e microfones após os shows do Alice In Chains e do Mad Season.

Então vai aqui a minha homenagem para um grande mito da voz Grunge.











Infelizmente faz 11 anos que Layne Staley não está mais vivo e quero deixar uma homenagem com uma reflexão em que ele diz sobre Kurt Cobain


Eu particurlamente não gosto de fazer post contando a idade pois ficaria muito repetitivo, mas resolvi abri uma excessão para Layne Staley pois não pude ter feito a homenagem pelos 45 anos de idade. Espero fazer um post sobre os 50 anos de idade.

Ingressos para show de Alice in Chains em SP custam até R$ 340

sábado, 10 de agosto de 2013| 0
Banda se apresenta em 26 de setembro, no Espaço das Américas. Venda começa nesta quarta; grupo também toca dia 19 no Rock in Rio.

A formação atual do Alice in Chains tem o baixista Mike Inez, o baterista Sean Kinney, o guitarrista Jerry Catrell e o vocalista William DuVall (Foto: Divulgação)
AIC (foto: Reprodução)
Os ingressos para o show do Alice in Chains, marcado para o dia 26 de setembro no Espaço das Américas, em SP, custam até R$ 340. As informações foram divulgadas pela produtora XYZ Live nesta terça-feira (6).

O valor dos ingressos para a apresentação, que faz parte do projeto Live Music Rocks, varia entre R$ 340 e R$ 170 (meia entrada) para pista premium; R$ 220 e R$ 110 (meia) para pista; e entre R$ 320 e R$ 160 (meia) para mezanino. A venda começa nesta quarta pelo site da Livepass.

Antes disso, a banda de Seattle se apresenta no Rock in Rio 2013, no dia 19 de setembro, onde tocará antes do Metallica no Palco Mundo. Seu último álbum, "The devil put dinosaurs here", foi lançado em maio deste ano.

A última apresentação do Alice in Chains, que conta com Mike Inez, o baterista Sean Kinney, o guitarrista solo e vocalista Jerry Catrell e o vocalista William DuVall, no Brasil aconteceu no ano passado, durante o Festival SWU, em Paulínia, no interior paulista.

Fonte: G1

Veja também: Alice in Chains: Fãs criam campanha por show da banda em São Paulo

Muitos grunges daqui de São Paulo fizeram uma mega campanha para o AIC fazer shows aqui em São Paulo e conseguiram realizar esse sonho. É uma grande pena que não comparecerei a esse show mais por problemas financeiros devido ao meu emprego que começa em setembro, mas não gosto muito de falar sobre coisas pessoais.

O Rock In Rio é um evento extremamente capitalista (nada contra o capitalismo) manipulada pela Rede Globo que colocou a Prostituta da Ivete Sangalo neste evento e só faltava colocar a merda podre do Thiaguinho no evento. Imagina colocar um pagodeiro num evento de ROCK, ferra geral brother. Gostei da atitude de todos os integrantes do AIC em fazer um Show aqui em São Paulo, mas se fosse bem depois em Novembro estaria lá no Show da Banda GRUNGE.

Se você curte Alice In Chains e tem dinheiro pra ir no Show da Banda, vai e divirta-se.

Derrapada: Alice In Chains – Dirt

terça-feira, 21 de maio de 2013| 0
Alice_In_Chains-Dirt-Frontal

Alice In Chains – Dirt [1992]


Dos nomes a despontarem na década de 1990, o Alice in Chains foi um dos mais interessantes. Oriundos de Seattle e formados a partir do embrião Alice N’ Chains, bastou aparecerem na mídia para que fossem rotulados como uma banda grunge. Acontece que de grunge eles não tinham muito.

A evolução musical de Jerry Cantrell e seus comparsas através dos anos foi algo notável, e se mostrou constante desde o início da carreira dos caras, quando eles evoluíram de uma banda dignamente farofeira para a paulada coesa vista no debut Facelift. O lançamento de 1990, contudo, ainda possuía alguns traços do hard rock de outrora. A influência hardeira seria suprimida dois anos depois, naquele que é considerado o divisor de águas da carreira do AiC.



Dirt, apesar de ser apenas o segundo trabalho do quarteto, é um passo gigantesco em relação a Facelift. Aqui, os caminhos mais pesados começam a ser seguidos, com a banda montando a receita definitiva de sua sonoridade. O álbum em questão também se trata de um belo exemplo do total desvinculo da banda do popular grunge (pelo menos sonoramente falando).

A obra estreou em 6º lugar nas paradas da Billboard, e mostrou um amadurecimento tremendo de cada instrumentista. Os riffs eficientes e pesados de Cantrell, assim como suas letras, estão mais criativos do que nunca. A cozinha formada por Mike Starr e Sean Kinney, que já era furiosa, se superou e se encontra em total sintonia. Layne Staley, por sua vez, nos brinda com as melhores vocalizações de sua curta carreira. Por essas e por outras, Dirt é de uma qualidade monstruosa.



Dentre as doze faixas componentes, encontram-se tanto clássicos incontestáveis quanto pepitas injustamente perdidas. “Them Bones”, a porrada de abertura, é uma das que me vejo na obrigação de mencionar. O mesmo para as belíssimas “Down in a Hole” e “Rooster”, que mostram que eles tinham (e têm) a mão para baladas.

“Rain When I Die”, assim como “Sickman”, “Junkhead”, “Hate to Feel” e a faixa-título, são os momentos mais pesados do disco, tanto lírica quanto musicalmente falando. Ao final de Dirt, então, nos deparamos com as duas composições mais conhecidas do quarteto: “Angry Chair” e “Would?”, que simplesmente dispensam comentários.

Dirt é significativo por dois motivos: o início do sucesso comercial absoluto e o encontro da sonoridade ideal, o rock alternativo que pende pesadamente para o lado heavy metal da força. Um dos melhores lançamentos da década de 90, sem erro.




Layne Staley (vocal, guitarra)
Jerry Cantrell (guitarra, vocal)
Mike Starr (baixo)
Sean Kinney (bateria)

01. Them Bones
02. Dam That River
03. Rain When I Die
04. Down in a Hole
05. Sickman
06. Rooster
07. Junkhead
08. Dirt
09. God Smack
10. Hate to Feel
11. Angry Chair
12. Would?

Alice In Chains

Fonte: Van do Halen

Ultimas Notícias do Alice In Chains e mãe de Layne Staley processa a banda GRUNGE

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William DuVall comenta o que acrescentou ao Alice In Chains


O vocalista e guitarrista William DuVall falou ao GuitarPlayer.com sobre a sua função no Alice In Chains. “Faço tudo, desde escrever riffs até o contraponto para o que Jerry Cantrell faz. Em ‘Phantom Limb’, do novo disco, eu que fiz o solo. Minha entrada deu ao grupo não apenas outro guitarrista, mas também mais um compositor. Sou um cara que gosta de jams, algo que ele me disseram não ter feito muito antes. É uma maneira diferente e legal de interagir”.

Fonte 01: Van do Halen


Mãe de Layne Staley processa Alice In Chains

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De acordo com o Seattlepi.com, a mãe do falecido vocalista do Alice In Chains, Layne Staley, entrou com uma ação judicial contra a banda. Nancy McCallum alega que o grupo deixou de pagar royalties à família pela venda dos discos e músicas nos últimos anos. Os advogados do grupo alegam que Nancy já recebeu até mais do que tinha direito e tenta se apropriar ilegalmente da marca.

Fonte 02: Van do Halen

Wikimetal entrevista: William DuVall (Alice In Chains)

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Nessa semana, o Wikimetal traz uma entrevista com o vocalista e guitarrista William DuVall. O frontman falou das suas bandas anteriores e contou a história da sua entrada no Alice In Chains. Além disso, William contou o que ele se lembra do seu primeiro show com a banda e falou sobre a primeira música que ele escreveu para o grupo.

No Orgulho Nacional trazemos o guitarrista Douglas Jen do SupreMa para falar do lançamento do Traumatic Scenes, primeiro álbum completo da banda. Jen também convidou todos os ouvintes para o show com o Shadowside no dia 26 no Via Marquês. Na promoção da semana: 2 CDs do SupreMa, Traumatic Scenes.

Link: http://wikimetal.com.br/site/125-william-duvall-alice-in-chains-no-wikimetal/

Fonte 03: Van do Halen


Guitarrista destaca apoio dos fãs à nova fase do Alice In Chains

aicband2013official

Para o guitarrista Jerry Cantrell, a aceitação massiva dos fãs ao novo Alice In Chains deu tranquilidade à banda para seguir trabalhando. “O apoio significou muito para nós. Sabíamos que não seria fácil. Mas justamente por isso decidimos retomar a carreira. Queríamos ver se conseguiríamos. Muitos jovens, que não nos viram no passado e descobriram nossa músicas através da coleção dos pais tem aparecido, o que é ótimo”, disse o músico ao Loudwire.

Fonte 04: Van do Halen

Alice In Chains: ódio pela internet, Twitter e MTV

quarta-feira, 24 de abril de 2013| 0
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O revigorado ALICE IN CHAINS elaborou um ataque impiedoso ao atual estado da indústria musical.

Em uma entrevista na nova edição da revista inglesa Classic Rock, a banda revela que há muita coisa que não gosta sobre o ramo. Como a internet. E baixar músicas. E o Twitter. E muito mais.

"Eu não gosto da maioria disso aí, não", disse o líder da banda JERRY CANTRELL. "Eu acho que o que mais me decepciona agora é que o que você faz vale menos do que nada. Foi reduzido a um game show."

"E de algum modo, algo no qual você trabalhou e despejou sua alma, e investiu seu dinheiro, de alguma maneira não tem mais valor. Isso é errado, a meu ver. Eu não posso ir até o posto de combustível e pegar a gasolina de graça – eu iria para a cadeia. Mas de alguma maneira, é legal pegar minhas coisas de graça."

"É uma merda, porque provavelmente tem um moleque de 12 anos por aí que poderia ser o próximo Kurt Cobain, mas nunca terá chance de ser ouvido porque não há mais futuro ou dinheiro pra se fazer música", completa o baixista Mike Inez. "Eu fico preocupado com a próxima geração. De onde vai vir a arte?"

"E agora é aceitável para a música ser esse pequeno arquivo que nem tem som bom", comenta Cantrell. "E é aceitável que as pessoas subam no palco e dublem a porra das músicas. Elas não querem mais as notas erradas, elas não querem alguém que possa subir lá e cantar suas próprias músicas, elas só querem alguém que possa fazer umas porras de passos espalhafatosos de dança".

"Não que esse elemento já não estivesse ali antes, mas agora parece que só há isso. Quer dizer, não que não haja algumas grandes bandas por aí, fazendo música boa de verdade, mas em proporção, é quase nada."

"Por falar nisso, temos uns passos fantásticos de dança planejados para a próxima turnê", ri Inez.

"Costumava haver uma mística sobre bandas de rock", comenta o baterista Sean Kinney, "mas agora é tipo 'Siga-me no Twitter!' Eu não quero saber que porra de sanduíche você comeu no aeroporto, cara. Porque somos apenas pessoas. Nosso emprego não tem nada de mais interessante do que o de qualquer outra pessoa."

"Fomos ao Grammy ano passado porque fomos indicados pra uns dois", lembra Cantrell. "Estamos conversando com a imprensa no tapete de acesso, e eles começam a nos limar da fila, cinco minutos com essa gente, e eles não tem ideia de quem somos, e daí parece um programa matutino, eles não tão nem aí, e aí a MTV quer nos entrevistar… daí olhamos e é a porra da Snooki! Snooki vai entrevistar a gente. E ela diz, "Eu não sei quem são eles. Quem são?"Esse é o canal de música?"

"A gente saiu andando", Inez ri.

"The Devil Put Dinosaurs Here", segundo álbum da banda com o vocalista William Duvall, será lançado no fim de maio.


Fonte: whiplash.net

Alice in Chains: Fãs criam campanha por show da banda em São Paulo

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Alice in Chains: Fãs criam campanha por show da banda em São Paulo
Em setembro o Alice In Chains será uma das principais atrações do Dia do Metal, do Rock in Rio 2013, no mesmo dia de Metallica, Sepultura e Ghost. Os ingressos para o festival, que começaram a ser vendidos no dia 04 de abril, esgotaram em poucas horas. Os fãs que não conseguiram comprar as entradas para o festival se reuniram nas redes sociais e criaram uma campanha por show do Alice in Chains em São Paulo.

Ao contrário do Lollapalooza, o Rock in Rio não tem contrato de exclusividade com as bandas, por tanto, é bem provável que diversos artistas realizem shows em outras cidades no período do festival. 

No final de 2012 alguns grandes portais até chegaram a divulgar datas de uma possível turnê nacional de Metallica e Slayer, mas nada foi confirmado. No inicio de abril, um show do Iron Maiden em Curitiba foi confirmado pelo jornal Gazeta do Povo, e “desconfirmado” pela organizadora do espaço.
Entre tantos boatos, datas exatas de shows extras de Alice in Chains, Iron Maiden, Metallica e Slayer só devem ser confirmados no inicio de maio.

Confira a campanha por show do Alice in Chains em São Paulo no Facebook criada pela página “Alice in Chains Brasil”: Alice in Chains em São Paulo

Fonte: Ache Belém

Eu apoio essa campanha pois é muito importante ver a banda Alice in Chains em São Paulo por ter a essência GRUNGE.

Eu sempre fui contra o Rock In Rio por ser um evento capitalista e já publiquei no meu blog ROCK na Veia 4ever sobre a "A Grande farsa do ROCK in RIO", pois pra mim é muito complicado ver essas merdas que a Rede Globo manipula a todos. 

As Bandas de ROCK tem que se apresentar fora desta merda chamada de Rock In Rio e seria perfeito se o Alice In Chains apresentasse em São Paulo e de preferência no Pacaembu ou no Credicard Hall (por eu ser CORINTHIANO sempre fui contra o Morumbi, algo que não é pra comentar neste blog). Vamos lutar pelo Alice In Chains aqui em São Paulo. Se vc não mora em São Paulo e mora no mesmo Estado, faça o seu abaixo Assinado para que Alice In Chains possa tocar no seu estado.


Alice In Chains - Stone

sábado, 20 de abril de 2013| 0



Eu sei que você acha que eu estou errado, mas eu não sou seu guia
Alçada não adivinhou, não deixá-los olhar para dentro

frio
seca
pedra

O que faz você querer esculpir suas iniciais em mim?
Chuva e tempo apagando difícil de ler
Encontre-me distante, o nosso mundo erupção obsceno

frio
seca
pedra

Stone Cold e seco
Stone Cold e seco

Eu não sou uma pedra angular em um palácio para você
O tempo vai trazer-lhe, ouvi-lo, espere verdade
Não se preocupe, o gelo cobriu rochas ainda se movem

frio
seca
pedra

frio
seca
pedra


Eu gostei muito desta música pela letra, melodia e som. É aquele Alice In Chains que sempre escutamos com duas vozes (Lógico que é impossível ouvir com a voz marcante do Layne Staley pois ele nos deixou em 2002). Os riffs e os arranjos são muito bons. Gostei muito e o Alice In Chains tem tudo pra crescer de novo. Infelizmente o capitalismo está falando muito mais alto do que Espírito Grunge da Banda.

Mike McCready diz que começou a Mad Season para tentar salvar Layne Staley

sexta-feira, 5 de abril de 2013| 0

Mike McCready discutido Mad Season em profundidade em uma nova entrevista com PopMatters. Abaixo estão alguns especialistas em Layne Staley e Kurt Cobain, hoje faz 11 anos que Layne morreu e 19 anos que Kurt cometeu suicídio

Na tentativa de salvar Layne Staley com Mad Season: "Eu era jovem e eu pensei 'Ei, eu posso fazer isso'", diz McCready. "Eu vi Layne espiral para baixo e eu queria que ele tivesse uma vida. Havia uma parte de mim que estava nervoso e eu certamente não iria tentar nada disso agora. Eu tento não ser em torno de esse tipo de gente mais. Mas Layne era um ser humano que queria ajudar ".

"Você apenas tem que continuar acontecendo. Mad Season foi inicialmente um projeto que trouxe a todos para ajudar as pessoas a ficar sóbrio e limpo. Mas eu era ingênuo. Eu pensei, 'Sim, eu posso ajudar os meus amigos! "Tão ingênua como eu era, eu acho que o meu coração estava no lugar certo. Pensei Mad Season seria o antídoto para os problemas de saúde de meu amigo. Em retrospecto, eu percebi que todos tem que descobrir seus próprios problemas por si mesmos. "

Sobre como lidar com mortes Layne e Baker: "Você tem que continuar a ser parte da solução para a sua própria vida. Há outras coisas lá fora do que a morte. E eu acho que é assim que você passar por isso. É estranho para mim falar sobre Layne e Baker, porque não estamos aqui para falar de si. "

"Tenho memórias delas", diz McCready ansiosamente ", e eu gostaria de poder falar com eles e rir com as coisas. Talvez eles seriam os pais, quem sabe. Seria uma coisa completamente diferente. Estou triste, mas ainda feliz que as pessoas foram atraídas para esse registro. "

Com a morte de Kurt Cobain: "Não foi como uma tristeza por aí", diz de final de 1994 e início de 1995, em Seattle. "Você só queria que Kurt ainda estava em torno de estar a fazer música, mas, ao mesmo tempo, se ele não estava funcionando para ele, talvez ele só deveria ter parou de fazer música. É difícil para eu chegar a essa mentalidade, porque naquela época, eu estava feliz por estar vivo. Eu estava animado para simplesmente seguir em frente. "

O meu comentário como GRUNGE e como Blogueiro

O que posso dizer é o seguinte: McCready fez com Layne o mesmo que Dave Grohl tentou  fazer com Kurt Cobain pois a morte sempre trouxe muitas tristezas. McCready do Pearl Jam para salvar Layne Staley e deu muito sucesso mas pena que não durou muito tempo. Eu acredito que tiveram um bom esforço. Após a morte do Kurt, as coisas mudaram e muito no cenário Grunge e surgiu o Mad Season, mas foi uma pena que essa banda não durou muito.

19 anos sem Kurt Cobain e 11 anos sem Layne Staley

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Layne Staley, vocalista Alice In Chains e do Mad Season faleceu em 5 de abril de 2002 há 11 anos e Kurt Cobain, vocalista e guitarrista do Nirvana cometeu suicídio (pra alguns ele foi morto pela Courtney Love) há 19 anos em 5 de abril de 1994 há 19 anos. RIP Layne e Kurt.



Traduzido por mim mesmo.

Deixe aqui nos comentários a sua homenagem aos Mitos do Grunge Kurt e Layne.

Novo álbum do Alice In Chains será lançado em maio

quarta-feira, 27 de março de 2013| 0
O Alice In Chains revelou a arte de capa e a data de lançamento de seu próximo álbum. 'The Devil Put the Dinosaurs Here' chegará às lojas no dia 28 de maio. O quinto trabalho de estúdio da banda põe fim a uma espera de quatro anos desde 'Black Gives Way to Blue' (2009).

Produzido em Los Angeles por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Deftones), o material será composto por 12 canções. Em janeiro, Jerry Cantrell (guitarra, vocal), William DuVall (vocal, guitarra), Mike Inez (baixo) e Sean Kinney (bateria) apresentaram o clipe do single de estreia, 'Hollow' – assista abaixo.

Para esta semana, está previsto o lançamento de outra faixa, 'Stone'. Confira o repertório:

01. Hollow
02. Pretty Done
03. Stone
04. Voices
05. The Devil Put Dinosaurs Here
06. Lab Monkey
07. Low Ceiling
08. Breath on a Window
09. Scalpel
10. Phantom Limb
11. Hung on a Hook
12. Choke

Minha opinião pessoal

Infelizmente o Alice In Chains não é mais o mesmo desde 2002 pois Layne Staley era pois ele tinha uma voz muito impactante. As músicas do album 'The Devil Put the Dinosaurs Here' são 100% AIC porém nunca terá a voz do Layne pois ele não está entre nós. Uma das músicas com a voz do Layne é "Man In The Box", "Rooster" e "Would?" onde o atual vocalista William DuVall não consegue chegar ao tom da voz do antigo vocalista do AIC. Acho que o AIC de hoje é mais capitalista e menos GRUNGE e não tem a mesma pegada de 12 anos atrás devido a essa grande perda.

Alice In Chains se apresenta no dia 19/09 no Palco Mundo do evento Rock in Rio



Anexo e Fonte: Kiss FM

2 anos sem Mike Starr

terça-feira, 12 de março de 2013| 0

Infelizmente neste dia 8 de Março faz 2 anos que Mike Starr morreu e estava lutando contra as drogas, mas o vício falou muito mais alto

O site G1 publicou essa notícia



Foi encontrado morto nesta terça-feira (8) o corpo do músico Mike Starr, ex-baixista da banda grunge Alice in Chains.

A informação foi confirmada ao site TMZ pela polícia de Salt Lake City, nos Estados Unidos. O pai do músico também confirmou a morte, que classificou como "um choque e uma tragédia terrível".
Starr, que estava com 44 anos, tocou na formação original do grupo, entre 1987 e 1993, e participou dos álbuns "Facelift" e "Dirt".

Recentemente, ele participou do programa de TV "Celebrity rehab", o que gerou críticas de seus ex-companheiros da banda, o guitarrista Jerry Cantrell e o baterista Sean Kinney. No mês passado, ainda segundo o TMZ, Starr chegou a ser preso por posse de drogas controladas.


Michael "Mike" Christopher Starr foi um músico estadunidense, baixista original do Alice in Chains a partir da formação do grupo em 1987 até 1993. Participu dos álbuns Facelift, Sap e Dirt, e deixou a banda no meio da turnê de Dirt.

Nascimento: 4 de abril de 1966, Honolulu
Falecimento: 8 de março de 2011, Salt Lake City
Grupos musicais: Alice in Chains (1987 - 1993), Days of the New (2010 - 2011), Sun Red Sun, Alice Mudgarden

Infelizmente não tive muito tempo e acabei postando meio corrido. Na próxima homenagem eu faço mais perfeito

Especial 20 Anos do Hollywood Rock #03 - Alice In Chains

terça-feira, 22 de janeiro de 2013| 0


O ESTÁDIO TREMEU!

(Review do show do Alice in Chains no Estádio do Morumbi, em São Paulo, 15 de Janeiro de 1993.)

"A noite pega fogo com o Alice In Chains. Extremamente pesado, especialmente nas guitarras, o grupo fez todo mundo agitar. Foi um dos últimos shows do baixista Mike Starr, que vai ser substituído pelo atual baixista do Ozzy, e ele realmente tocava como se fosse sua derradeira apresentação. A iluminação, a esta altura, já estava com seu potencial máximo, fazendo do palco um cenário autenticamente dantesco. Na hora de Man In The Box, o estádio literalmente tremeu. A banda voltou para o bis e saiu ovacionada."

Fernando Souza Filho - Revista Rock Brigade


HOLLYWOOD ROCK - 20 anos

O show do Alice in Chains em São Paulo, 15 de janeiro de 1993.


"O avião que trazia Red Hot Chili Peppers e Alice In Chains atrasou uma hora e as estrelas aproveitaram para cancelar as entrevistas coletivas, alegando cansaço. Os músicos do RHCP desapareceram ao entrar no hotel Maksoud, mas os integrantes do AIC usaram a hora da coletiva para fazer compras. As fãs nem perceberam o vocalista Layne Staley entrar num táxi. Perguntado para onde ia, ele disse, 'Oklahoma'.

O cancelamente das coletivas transformou os jornalistas em paparazzis amadores, atrás de uma declaração - ou mesmo empurrão - dos integrantes do AIC que se aventuravam no lobby do hotel. Layne staley, que queimava uma erva local, estava tão relax, numa camiseta branca encardida - modelito grunge -, que não se importou sequer com os flashes dos fotógrafos. A uma repórter de TV, disse: 'São Paulo is very nice'."



O estádio Cícero Pompeu de Toledo estava em sua capacidade máxima. Cerca de 70 mil pessoas - o maior público de todo o Festival - fizeram o Morumbi ferver na primeira noite do Hollywood Rock. 

Um dos grupos mais aguardados era o Alice in Chains, que pisava pela primeira vez na América do Sul após o sucesso meteórico de Man In The Box. Nessa primeira investida, já era certa a saída de Mike Starr, e o próprio havia escolhido deixar a banda depois que fizesse os dois shows no Brasil.

Naquela mágica noite de janeiro, a banda entrou com tudo. Mike tocava como se não houvesse amanhã e Layne não estava rouco como mais tarde se apresentaria. Os paulistas viram o melhor em sua melhor forma, e foram à loucura quando o hit do grupo veio à tona. Man In The Box fez o estádio literalmente tremer - e esse momento não ficou só na memória do público.

Mais tarde, em 1995, quando questionado sobre o que gostava e detestava na banda, Jerry Cantrell disse:

"Tocar ao vivo é o que mais gosto. É demais poder tocar no Brasil, Austrália, Japão e países europeus. Gostamos de tocar nos EUA, mas é algo mais especial tocar fora e ver a galera vindo a nossos shows. É uma grande recompensa. Os garotos são os mesmos em todos os lugares, mas SÃO MAIS LOUCOS NO BRASIL. Foi um dos públicos mais loucos que já vi na minha vida, todas aquelas pessoas pulando durante Man In The Box em São Paulo!".

Setlist:

01 - Dam That River
02 - We Die Young
03 - Them Bones
04 - Would?
05 - Love, Hate, Love
06 - Junkhead
07 - Godsmack
08 - Bleed The Freak
09 - Put You Down
10 - It Ain't Like That
11 - Hate To Feel
12 - Angry Chair
13 - Man In The Box


(Trecho da entrevista "Alice in Chains passando longe do baixo astral", Rock Brigade, Dez '95 http://migre.me/cPltJ)





Depois atualizo o Post

Créditos: Facebook Fan Page Alice In Chains - Brasil