Pesquisar este blog

Translate

Especial 20 Anos do Hollywood Rock #02 - As Garotas do L7

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013| 0
Vamos dar uma Breve a formação da Banda Grunge Feminina. E ver quem foram as integrantes.

A idéia de formar o L7 surgiu em 1985 quando Suzi Gardner conheceu Donita Sparks em Los Angeles. Na verdade, nenhuma das duas era de Los Angeles, Suzi morava em Sacramento enquanto que Donita era de Chicago. Em 1986, depois de muito ensaio, a idéia da banda ficou mais séria quando Jennifer Finch (que morava em San Francisco e tocava no Sugar Baby Doll, com Courtney Love, do Hole e Kat Bjelland, das Babes in Toyland) se tornou a baixista do recém formado L7. A partir daí a banda passa a fazer vários concertos em clubes da cidade, com Suzi e Donita nos vocais e guitarras, Jennifer no baixo e o baterista Roy Koutsky completando a formação.

Formação mais conhecida
Donita Sparks - vocal e guitarra (1985-2000)
Suzi Gardner - vocal e guitarra (1985-2000)
Jennifer Finch - vocal e baixo (1985-1998)
Dee Plakas - bateria e vocal de apoio (1988-2000)

Outros integrantes
Roy Koutsky - bateria (1985-1988)
Gail Greenwood - vocal de apoio e baixo (1998-1999)
Janis Tanaka - vocal de apoio e baixo (1999-2000)

Ao contrário das bonitinhas The Donnas, as mulheres da banda feminina L7, não estavam nem aí para o estojinho de maquiagem e o que elas faziam mesmo é pegar pesado no Rock n’ Roll e no Punk Rock, com muita categoria; não faziam feio em comparação a maioria das bandas de marmanjos.



Tudo começou quando Donita Sparks (vocal e guitarra) conheceu Suzi Gardner (vocal e guitarra) na Califórnia e decidiram formar uma banda que misturasse Punk Rock e Heavy Metal. A coisa começou a tomar um rumo mais sério com a chegada da grande baixista Jeniffer Finch, que ,além de ter um estilo incrível (balançando a cabeça e o cabelão o tempo todo) também é a mais bonita da banda.

Dee Plakas (bateria) completa a formação clássica do L7 e é a melhor mulher a comandar as baquetas de uma banda de Rock que eu já vi! As garotas fizeram bastante sucesso na época áurea do Grunge e vieram ao Brasil participar do HollyWood Rock – quando a maluquinha Finch chegou a tocar com o bum bum de fora.

Outro grande momento dessas meninas foi a participação na trilha sonora do filme “Natural Born Killers”, de Oliver Stone. A música “Shit List” é tocada na íntegra em uma cena, de bastante destaque, quando a protagonista interpretada por Juliette Lewis troca socos com um grandalhão, finalizando-o com um belo cruzado.

Essa banda GRUNGE feminina foi a melhor de todas e elas cantam e toca muito e ganha de muitos por goleada. Eu assisti os lives delas e são muito FODAH mesmo. A Donita tem uma voz muito linda e em algumas músicas ela canta com a voz rasgada. A Suzi em algumas músicas tem uma voz bem delicada e em outras ela canta Gritando e com uma voz bem Rouca que neim o Kurt Cobain. Duas garotas perfeitas para ser a mulher do Kurt e ele se casa com a Vagabundas da Courtney Love


Como o post é curto, estarei postando uns vídeos aqui (não está na ordem cronológica do Show)














Nesta música teve a participação do Kurt Cobain e sua esposa vendo o show do L7, mas eles não cantaram, só na música Smells Like Teen Spirit em que o NIRVANA tocou junto com o FLEA no trompete.

Esse foi o momento em James Hetfield (não participou desta edição do Hollywood Rock, mas tivemos o eterno Kurt Cobain que hoje é imortal) ficaria completamente feliz.














Elas foram muito FODAH neste show em 1993 no Hollywood Rock, aqui em São Paulo L7 esteve Junto com o Nirvana no dia 16 de Janeiro de 1993 e no Rio foi no 23 de Janeiro (eu acho).

Todo o Grunge deve curtir as bandas, existem uns que não gosta de Nirvana, outros não gosta de Alice In Chains e assim por diante. Devemos curtir o GRUNGE e conhecer a sua história. Hoje os GRUNGES não são muitos devido a mídia e a manipulação cultural no Brasil tocando vários lixos poluindo a nossa nação. Sempre é bom ouvir um bom ROCK, e principalmente se for GRUNGE.

O Próximo Post é sobre o Alice In Chains.

Não esqueça de ler e curtir também:

Especial 20 Anos do Hollywood Rock #01 - NIRVANA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013| 0


Menos de seis meses depois do showzão no festival de Reading 92, que rendeu o DVD (lançado somente em 2009), o Nirvana fez suas duas únicas apresentações no Brasil, no Hollywood Rock de 1993 (talvez a melhor edição desse festival). A primeira, em 16 de janeiro, no Morumbi. O site Nirvana Live Guide publica um set-list, que mesmo incompleto, ajuda a relembrar o show. Depois de muitas das marcas registradas do trio, como “Drain You”, “In Bloom”, “Come As You Are”, “Love Buzz”, “Lithium”, “Polly”, “Smells Like Teen Spirit”, claro, entre outras, Kurt, Krist e Dave mostraram no palco gigantesco com cenário discreto (bom show de luzes) um climão de ensaio, bem informal. Brincaram de tocar covers (mais para ironia ou homenagem?): “Run to the Hills”,  do Iron Maiden, “Heartbreaker”, do Led, “We Will Rock You”, do Queen, “Should I Stay or Should I Go”, do Clash, “Rio”, do Duran Duran…

Uma semana depois, foi a vez do show na versão carioca do Holly Rock, na Apoteose.

DESCRIÇÃO DO SHOW: Comédia de erros - São Paulo, estádio do Morumbi, 16 de janeiro de 1993 . Morumbi lotado. Ali perto, numa farmácia de um Hotel, Dave Grohl se depara com Kurt Cobain se entupindo de calmantes. Dave, fica horrorizado com o que ve. Era o maior público da carreira da banda que estava ali, ansiosos por uma super apresentação, da banda mais surpreendente e revolucionária da época. E Kurt, se entupia de calmantes, sem ao menos ligar pro tamanho do público. Algumas horas depois, é a hora do Nirvana entrar em cena no Morumbi. Após algumas bandas abrirem o show, o público queria mesmo era ver o NIRVANA. Era o sucesso entre os jovens da época. Era a banda que estava acima de todas as outras nas paradas musicais. João Gordo, vocalista da banda de Punk Rock 'Ratos de Porão', e amigo brasileiro da banda, abre a apresentação do Nirvana."...- E com vocês  a maior e melhor banda de todos os tempos... NIRVANA!!!"A pláteia super empolgada delira. Mas, mal esperavam o que estava por vir. A banda entra no palco. Kurt parece estar muito mal. Começa então  um show que poderia entrar na história, como um dos mais fabulosos do mundo. A banda abre com "School". Kurt, que há pouco se entupia de calmantes, não consegue acompanhar a velocidade dos companheiros. E a banda para, ainda no começo da musica. Após isso, a banda se firma e começa a tocar outras músicas. "Drain You", "Breed" e "Sliver",entre elas, são tocadas, sem erros, apesar do estado de Kurt. Mas, após isso, Kurt começa a piorar. Durante "Smells Like Teen Spirit", Kurt para tudo e reclama da iluminação. Kurt diz: "I Can't See Goddamed!" (Eu não vejo porra nenhuma)Ele pede pra desligar uma luz azul que estava atrapalhando-o. Seu estado não era nada bom. Ele engatinhava, ameaçava quebrar os instrumentos. Uma hora, saiu do palco e voltou de vestido. Enquanto isso, as faixas de Bleach era intercaladas com as de Nevermind, mas com muitas músicas sendo interrompidas no meio ou aceleradas. Depois de "Territorial Pissings", a banda fez 2 jams: de Run To The Hills e Heartbreaker. Durante isso, Kurt quebrava sua Fender Mustang, despedaçando e jogando os pedaços pro palco.Já que o estado de Kurt não era nada bom, a banda resolveu trocar de instrumentos: Krist foi pra guitarra, Dave pro baixo e vocal e Kurt na bateria.Depois disso, a banda começou a tocar só covers fuleiras: "We will Rock You", do Queen (onde eles trocaram para "We will 'Fuck' You"), "Should I Stay or Should I Go", do Clash, "Rio", do Duran Duran, além de Kids in America, 867-5309/Jenny e Seasons In The Sun. Kurt atrapalhava todas no meio, e ainda dava risada.O Show estava muito ruim, cheio de erros. A platéia vaiava. E Cobain estava adorando. Krist saiu do palco, com apenas 30 minutos de show. Como o contrato só previa o pagamento para uma apresentação de, no minimo, 45 minutos, o baixista foi convencido a voltar ao palco. Após isso, a banda voltou a formação normal. Eles completaram aquele horrível show com 'Lounge Act', 'Heart-Shaped Box', 'Scentless Apprentice' e, por fim, 'Milk It', musicas inéditas na época. 'Cansado' do show, Kurt quebrou o que pode, inclusive a guitarra que havia ganhado de Courtney no Natal. Jogou pedaços de guitarra na platéia, e quando se preparava para arremessar um prato da bateria no público, Krist o abraçou. Um gigante perto do franzino cantor. Silencio e vaias. Naquela noite, Kurt saiu do palco podre de chapado, diante do maior público de todos os tempos que já havia visto. No dia seguinte, os jornais não pouparam críticas ao Nirvana. O técnico de guitarras Earnie Bailey lembra o show como "a comédia de erros", em Mais Pesado que o céu. Para Krist, a apresentação foi uma "Pane mental". Segundo Charles Cross, nem o enorme cache que a banda recebeu pelo show cobriu os custos do equipamento destruído. Setlist do show: School (part of) • Drain You • Breed • Sliver • In Bloom • About A Girl • Dive • Come As You Are • Love Buzz • Lithium • (New Wave) Polly • D-7 • Smells Like Teen Spirit ( Com Flea , do Red Hot Chili Peppers solando no Trompete ) • On A Plain • I Hate Myself And Want To Die (jam) • Negative Creep • Been A Son • Something In The Way • Blew • Aneurysm • Territorial Pissings • Run To The Hills (jam) • Heartbreaker (jam) • We Will Rock You • Should I Stay Or Should I Go • Rio • 867-5309/Jenny • Kids In America • Seasons In The Sun • Lounge Act • Heart-Shaped Box • Scentless Apprentice • Milk It


Kurt Cobain distribui autógrafos na porta do hotel, durante o Hollywood Rock - Humildade

Dave Grohl durante show do Nirvana no segundo dia do Hollywood Rock

Um concerto um pouco menos “garageiro”, mas também cheio de citações e canja do Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, como mostra o Nirvana Live Guide. Foi lá que Kurt se masturbou diante das câmeras de TV. Era o auge do grunge, com o Nirvana atingindo um público muito maior do que Kurt imaginava e desejava. O que talvez tenha sido o melhor Hollywood Rock de todos os tempos teve ainda Red Hot Chili Peppers (que também estreava no Brasil), Alice in Chains, L7, Simply Red, e no lado Brasil, DeFalla, Engenheiros, Biquíni, Dr. Sin e Midnight Blues Band (projeto soul do Frejat e cia do Barão Vermelho).



Kurt Cobain estava meio assustado com 110 mil pessoas para ver o Nirvana, 
Krist abraçou o Kurt e beijou no rosto dando a segurança que ele estava ali , essa foi a foto do dia

Flea, do Red Hot Chili Peppers, toca trompete durante show do Nirvana. 

Kurt Cobain não queria sair do palco, ele estava destruindo tudo ate que a Courtney Love arrasta guitarra quebrada por Kurt Cobain para fora do palco durante show do Nirvana no Hollywood Rock terminando assim apresentação do Nirvana 

Sobre a descrição, só digo uma coisa: Kurt não estava se importando com os fãs e foi muito louco de se entupir de calmantes e a ideologia dele era essa: FODA-SE TODOS e fez um show 100% com a cara do Kurt Cobain. Não existe show do NIRVANA sem a personalidade do Kurt. O único show que não tinha a personalidade do Kurt era o Acústico da MTV (o 1º show do Pat Smear que depois passou a fazer parte do NIRVANA até o dia 5 de Abril de 1994, data em que Kurt Morreu) onde era algo completamente fora do NIRVANA. NIRVANA era aquele jeitão do Kurt e FODA-SE o resto. Não devemos criticar e sim aplaudir. Lembrando que "DESCRIÇÃO DO SHOW" é um anexo e não palavras minhas. Foi muito bom e valeu a pena. 



Show do Nirvana no Hollywood Rock aqui em São Paulo no Dia 16 de Janeiro de 93 em São Paulo

Infelizmente não achei o Smells Like Teen Spirit aqui em São Paulo, mas acabei achando um live, mas do polêmico Show no Rio de Janeiro onde Kurt usou um vestido no Show e depois saiu engatinhando de tanta overdose, mas tá aqui um vídeo. Caso eu ache a música aqui em São Paulo, estarei anexando neste post


Hino Grunge com a Participação do Flea (Baixista do Red Hot Chili Peppers) tocando trompete até no Solo, deixando o NIRVANA com um Tom Inesquecível. Ele participou do Show aqui em São Paulo, mas este Live do Segundo Show do NIRVANA em 23 de Janeiro de 93 no Rio de Janeiro

Créditos das imagens: Nirvana Blew Boddah

Estarei fazendo um post sobre L7 e Alice In Chains no Hollywood Rock

Dave Grohl completa 44 anos de vida e quer formar um supergrupo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013| 1
Se passaram 44 anos desde o rigoroso inverno na cidade de Warren/Ohio nos Estados Unidos, nasceria naquela pequena cidade no dia 14/01/1969 uma criança que se tornaria no futuro um dos homens mais influentes no mundo da música.




Desde cedo tocava bateria em muitas bandas punk, e aos dezesseis anos, no começo da década de 1980, entrou para a banda Scream. A primeira vez que Dave viu o Nirvana tocando foi durante uma turnê européia do Scream. Depois, com a turnê cancelada, término da banda Scream e ainda alguns problemas financeiros ele ligou para Buzz Osbourne, um amigo que conhecia Kurt e Krist, pegou o telefone de Krist, ligou para ele e foi para Seattle. Chegando, tocou com os dois, que na época tocavam, provisoriamente, com Dan Peters, baterista do Mudhoney. Kurt e Krist perceberam que ele era o baterista que eles estavam procurando e Dave entrou para a banda.

Em 1992, Grohl grava a demo Pocketwatch com algumas composições suas, sob o pseudônimo de Late!

Em 1994, com a morte de Kurt Cobain, a banda acabou. Logo em seguida ele se junta a Tom Petty & the Heartbreakers para uma série de apresentações onde é convidado para assumir as baquetas. Dave à principio aceita o convite, mas depois de uma conversa com Tom Petty onde Dave fala sobre algumas musicas que tinha composto desde os tempos do Nirvana, então o próprio Tom Petty admite que ele perderia seu tempo ali com os "velhos" Tom Petty & the Heartbreakers e diz que ele tem um belo futuro pela frente liderando uma banda.


Tom Petty estaria certo e assim Dave, junto com seu amigo Barret Jones entrou num estúdio profissional e gravou algumas coisas que, mais tarde, dariam origem ao primeiro CD do Foo Fighters. Ele gravou todos os instrumentos, fez cem cópias da fita e mandou para amigos. Logo, várias gravadoras se interessaram e, junto com Nate Mendel (baixo), William Goldsmith (bateria), Pat Smear (guitarra), Dave assumiu os microfones e formou o Foo Fighters. Hoje a formação não é mais a original, juntaram-se a Dave e Nate, no lugar de William e Pat, Taylor Hawkins, ex-baterista da Alanis Morissette, e Chris Shiflett na guitarra, sendo que Pat Smear, que se apresentava com a banda desde 2006 como músico de apoio, voltou a ser membro oficial em 2011, com o lançamento do álbum Wasting Light.

"Nirvana? Nem pensar", diz Dave Grohl após o show beneficiente



Rumores de reunião dos membros sobreviventes dos Nirvana avivada com atuação do concerto de beneficência 12.12.12. Mas Dave Grohl diz que não vai acontecer nada. Ouça versão de estúdio do tema novo.

"Não vai haver digressão de reunião [dos Nirvana]", garante o antigo baterista da banda de Seattle ao New York Post através de um porta-voz. 

O esclarecimento surge alguns dias depois de Grohl ter subido ao palco com o ex-companheiros Krist Novoselic (baixista) e Pat Smear (guitarrista dos últimos dias dos Nirvana, que "migraria" depois para os Foo Fighters), tendo Paul McCartney na posição de vocalista, no concerto de beneficência Sandy Relief. 

Parece, por esta altura, provável que a "reunião" episódica estivesse estritamente relacionada com a promoção do documentário de Dave Grohl, Sound City , sobre o mítico estúdio californiano com o mesmo nome, para o qual os ex-Nirvana gravaram, com Paul McCartney, o original "Cut Me Some Slack" (a canção apresentada no concerto de 12 de dezembro e, durante o fim de semana, retomada no programa Saturday Night Live). 

Studio City , a banda-sonora do documentário, promete ser uma parada de estrelas, contemplando também colaborações de Grohl com Stevie Nicks, dos Fleetwood Mac (o tema chama-se "You Can't Fix This"), e entre o baterista e os amigos Josh Homme (dos Queens of the Stone Age) e Trent Reznor (dos Nine Inch Nails) (numa canção intitulada "Mantra"). 

Da banda-sonora do filme constam ainda os nomes de Peter Hayes e Robert Levon Been, dos Black Rebel Motorcycle Club, e de Taylor Hawkins (baterista dos Foo Fighters), entre outros. 

Foi no Sound City que os Fleetwood Mac gravaram parte do aclamado Rumours , em 1976, e os Nirvana registaram Nevermind , editado em 1991. A estreia do documentário está prevista para o festival de cinema independente de Sundance, em janeiro. 


Dave Grohl junta membros dos Fleetwood Mac, Nirvana e Rage Against The Machine em novo supergrupo

Já foram divulgados os nomes dos músicos que se juntam ao líder dos Foo Fighters nos Sound City Players.



Dave Grohl vai juntar-se, no novo supergrupo Sound City Players, a Stevie Nicks dos Fleetwood Mac, aos ex-colegas dos Nirvana Krist Novoselic e Pat Smear, a John Fogerty dos Creedence Clearwater Revival, Taylor Hawkins dos seus Foo Fighters, Brad Wilk dos Rage Against The Machine e Rick Nielsen dos Cheap Trick, entre outros. 

O novo projeto do Dave vai apresentar-se ao vivo na edição deste ano do Festival de Cinema de Sundance, no dia 18 de janeiro, para apresentar o documentário de Grohl sobre os estúdios californianos Sound City, onde foi gravado Nevermind , dos Nirvana, entre muitos outros álbuns míticos. 

No filme participam os músicos convidados para o supergrupo e também o ex-Beatle Paul McCartney, que se juntou a Grohl e a ex-elementos dos Nirvana para tocar "Cut Me Some Slack", tema original gravado para o documentário, no espetáculo 12.12.12, dedicado às vítimas do furacão Sandy.




Dave virou a página e deu a volta por cima formando outra banda, trocou a Bateria pela Guitarra e voltou a ter fama.

Ouça aqui a versão de estúdio de "Cut Me Some Slack":



Parabenizo ao Dave Grohl pelo seu aniversário e pelo seu supergrupo e vai dar certo.

Começamos 2013 com eventos GRUNGE

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013| 0


Começou mais uma vez um ano novo e vamos ver alguns eventos para este ano.


Além de shows de candas cover ou de músicas próprias aqui no Brasil (precisarei fazer uma pesquisa sobre esses eventos, inclusive terei que curti páginas destas bandas pra saber seus eventos).



A banda Cover GRUNGERIA que toca musicas de grandes bandas de Seattle bem conhecidas estará fazendo o seu shows:
  • 16 de fevereiro no Buxixo Bar - Rua Cap. Manoel Rudge 1708, Mogi das Cruzes (cidade) as 00h00min;
  • 8 de março no Studio Rock Café - Av. Marechal Deodoro, 110, 11060-400 Santos (cidade).
Conforme tiver novos eventos estarei atualizando aqui.


Como havia dito no ano passado estarei passando os eventos de bandas GRUNGES aqui no Brasil.


Lollapalooza Brasil terá Pearl Jam na  Edição de 2013 acontece no dia 31 de março no Jockey Club. Mano, se você tem condições, compre logo o ingresso pois o show vai ser muito bom, #RECOMENDO muito que veja essa Banda.



Alice In Chains apresentará dia 19 de setembro no palco mundo do evento #RockInRio organizado pela #GloboManipuladora que infiltra vermes como Thiaguinho, Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Luan Santana, Restart e outras merdas possíveis estragando um bom evento de Rock com suas pragas capitalistas.

Ao Contrario do Pearl Jam, não aconselho a ir no #RockInRio pois quem manda lá é a #GloboManipuladora 100% divulgando o seu capitalismo imundo.

Eu não tenho nada contra a Globo e não sou socialista, mas tem coisas que temos que criticar e ser contra todo o tipo de manipulação.

Conforme chegar novidades estarei atualizando o Post e/ou farei um novo post

Tributo do Alice in Chains em Honduras

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012| 0

concierto_motocity1SAN PEDRO SULA, Honduras -. Em 19 de janeiro será realizada nesta cidade do grande concerto de " moagem "tributo banda Alice in Chains e produzido por Productions Motocity Rocha , para os amantes do rock. O show que promete muito será na Brigada 105 de infantaria em 8:00 pm.

"Você não pode perder este grande concerto , como esta banda excursionou por todo os Estados Unidos e já se apresentou em locais de renome como House of Blues . Eles são muito profissionais e os participantes não encontraram nenhuma diferença com o original ", disse Eduardo Bernhardr organizador da mostra .

"Acreditamos San Pedro Sula merece ter seus próprios eventos de rock   e, portanto, iniciar este 2013 com este tributo concerto Alice in Chains fará a sua aparição apenas em Honduras e esta cidade foi escolhida para este grande tributo a que esperamos que todos os assistir " continuou.
"As pessoas que vão pode ter certeza que isso vai acontecer para o melhor, eu preparei uma grande montagem de som e palco com toda a segurança do caso, é algo que vai deixar muito satisfeitos porque a banda está vindo é muito bom, não se arrepender "expandiu Bernhardr.

Para este 2013 Motocity Rocha Productios tem vários projetos para trazer grandes bandas de rocha . "Nós acreditamos em San Pedro Sula e na área circundante tem público desejo e shows de rock são rocha em Tegucigalpa também tê-los aqui, mas precisamos de pessoas para roqueiro apoiar-nos a continuar trazendo grandes bandas ", disse Eduardo.

QUEM SÃO ELES?
    
Alice in Chains é uma banda de grunge americano nascido nos anos 1987 , tornou-se uma das bandas mais importantes do rock alternativo no Estados Unidos , que vendeu mais de 14 milhões de registros com sucessos como " principal na caixa "e" moagem ", entre outros.

Em 1997 a banda decidiu fazer uma pausa, mas em 2005 voltou ao palco com o seu álbum de estúdio " Black dá lugar ao azul ", com seus hits" Check My Brain e sua decisão . " 

Para a abertura do show do 19 janeiro ato Larva A e confirmar Diablos Negros e Cripta da Nicarágua . Então a cidade vai começar o ano muito rock e, como para 2013.

concierto2Alice in Chains uma das bandas grunge do gênero reconhecido que venderam mais de 14 milhões de discos será representado por Grind.










concierto3Gary Allen vocalista banda de tributo com a banda moagem será no próximo 19 jan Live at Brigada de Infantaria 105.










Traduzido via Google

depois eu corrijo a Tradução.

fonte: FUZION

O sofrimento de Jeremy Wade Delle

domingo, 23 de dezembro de 2012| 0

Jeremy Wade Delle, 16 anos cansado de ser ridicularizado por todos, o tempo todo, devido à sua timidez, resolveu em um dia que chegou atrasado e foi mandado para a diretoria, dar cabo de sua vida.

Depois que voltou da direção, ele parou na porta de sua classe e exibindo sua arma, colocou o cano na boca e puxou o gatilho comentendo na frente de seus colegas

A  foto ao lado é Jeremy Wade Delle que foi inspirado no Clipe Jeremy do Pearl Jam.

Vou anexar a história de Jeremy que busquei na pesquisa


Não devem ter sido muito mais de vinte pessoas a assistir ao derradeiro momento, mas são certamente milhares aqueles que conhecem esse momento. Estranha forma de eternidade a dele.
Primeiro, pediu permissão à professora para se retirar momentaneamente da sala. Saiu. Completamente indiferentes ficaram todos. Aquele rapaz não tinha amigos, não tinha, para muitos, sequer um nome. Depois regressou à sala, para se tornar alguém, para ser eterno. 
"Já tenho o que preciso." disse à professora. E, antes que alguém sequer pudesse entender o que ele dizia, Jeremy apontou o revólver à têmpora e disparou. De repente, aquele rapaz era alguém. Não se chamava Jeremy, não tinha nome, mas era o rapaz de 15 anos que se suicidara em frente da turma inteira. Os salpicos de sangue espalharam-se e o corpo caiu no chão, já morto, esfriando, enquanto gelada estava a turma inteira e a professora. 
Claro que Jeremy parecia um rapaz calmo, quase nem se dava por ele. É essa a condenação. Ali estava o corpo, estatelado na frente da plateia atónita que via, finalmente, o resultado do seu comportamento. Culpados, há sempre culpados. Culpada é a vítima, são os opressores, são os condescendentes. Jeremy não foi o primeiro e não foi o último. 
Hoje dizemos o nome dele. 
Jeremy Wade Delle é conhecido, é uma peculiar celebridade, e viverá por muitos e longos anos. 
Um jovem de Seattle, vocalista de uma banda que estava a gravar as suas primeiras demos encontrou a notícia sobre Jeremy num jornal e decidiu fazer uma canção sobre ele. Hoje, os Pearl Jam são uma banda respeitada e, mais importante do que isso, ouvida. E 'Jeremy' é a canção que todos sabem cantar. Todos nós ligamos a música e cantamos aquela letra angustiosa que nos aponta o dedo e nos acusa. E nós não fizemos nada. Precisamente por isso somos culpados. 
Houve um Jeremy na minha vida, houve um Jeremy na vida de cada uma das pessoas que ler isto que agora escrevo. O mais provável é que alguém leia e pense Não, na minha vida não houve. É exactamente esse o melhor sinal de que houve mesmo. Nós não nos lembramos dele, ou lembramo-nos muito vagamente. Víamo-lo passar silencioso nos corredores silencioso e desinteressado, ignorado por todos, mesmo por nós, mesmo por aqueles que também não davam muito de si. 
E depois, acontece aquilo que Eddie Vedder diz. Chega o dia em que Jeremy fala. Esse falar não tem nada que ver com as palavras que Jeremy Wade Delle ou qualquer outro Jeremy possa ter dito. Quando eles falam, é para ter a última palavra. É para cairem, de seguida, mortos no chão. 
Quantos de nós não podíamos ter sido mais um Jeremy? Quantos de nós não quisémos entrar para a eternidade? A vida, por condição, tem que ser temporária, e querer entrar na eternidade significa rejeitar a vida. Jeremy quis ser eterno, não no sentido em que as pessoas lhe soubessem o nome, mas no sentido em que não teria que viver mais. Pois, já dizia o poeta*, Viver sempre também cansa. Cansa mais ainda quando se vive sozinho. É improvável que a letra de Eddie Vedder seja uma recriação fiel da vida de Jeremy Wade Delle, até porque o próprio Vedder explica que misturou a história de Wade Delle com a história do Jeremy que havia na vida dele-Vedder. 
Mas não é difícil imaginá-lo, como na primeira estrofe, sozinho no quarto a desenhar um mundo em que a sua vida não fosse o que era. Castelos e montanhas que pudesse governar, estando assim no topo do mundo, em vez de se sujeitar às pessoas que teimam em transformar o mundo numa espécie de cadeia alimentar em que não bastar estar no topo: é preciso também empurrar todos para o fundo. E não é difícil imaginar os pais, completamente indiferentes ao filho. 
E não é preciso imaginar, pois sabemos que assim foi, que Jeremy só foi notado pelos que o rodeavam quando disse a sua última palavra. Como uma bala pode ser redentora! Como a passagem rápida e quase indolor do metal pelo cérebro pode ser tão mais bela e bondosa do que uma vida em que tudo é prometido constantemente e raramente as promessas redundam em realidades. 
Foi o trinunfo, então, que perpassou os olhos de Jeremy quando encostou o revolver à têmpora. Os olhos azuis ter-se-ão enchido então de um brilho insólito e até o sangue que começou a empoçar à sua volta no chão, quando já tinha caído, parecia vivo e brilhante como um rio que assinala a passagem do tempo e marca um caminho para o eterno mar. Jeremy poderia ter sangrado um rio, porque estava finalmente livre. A sua boca direita e gélida poderia ter sorrido, pois que melhor recompensa poderia haver para o sofrimento de quinze anos de vida do que o choque em que a turma inteira ficara? Sim, eles estavam sentados nas suas carteiras, olhavam em frente atónitos e incrédulos, num misto de surpresa, de dúvida, de culpa e de medo. Jeremy era um justiceiro. Ou fez a justiça que pôde. Não durou mais do que uns dias, mas a verdade é que, se não fossem o revólver e a bala e o sangue, Jeremy nunca teria cobrado a ninguém o sofrimento que lhe haviam causado. 
O mais provável é que, passado algum tempo, aqueles colegas de turma já o tivessem esquecido, já nem pensassem nele. Mas, por momentos, a dúvida atravessara-os com a ligeireza dolorosa de uma lâmina. Haviam-se perguntado se tinham culpa naquilo, se haviam feito tanto mal a alguém. E esse sofrimento era uma considerável moeda para o sofrimento de Jeremy. 
E hoje, vinte e um anos depois, nós ligamos a música e cantamos, entre a compaixão e a admiração, a letra que Vedder escreveu tão sensivelmente. E é impossível que não vejamos nitidamente Jeremy. Pode ter sido esse rapaz mutista que passava por nós nos corredores, ou podemos ter sido precisamente nós. Mas conhecemo-lo.
Não foi uma canção que fez de Jeremy eterno, porque eterno já ele era. A canção veio relembrá-lo. 
*o poeta é José Gomes Ferreira, e a citação é o título do primeiro poema da sua 'Poesia 1'

Eu sempre ouvi essa música e depois que meu amigo Wellington mostrou o clipe eu vi o sentido da letra e a forma que aconteceu pois na minha infância eu sofri e muito com o bullying e com a rejeição de muitos até a época em que estudei na faculdade, mas não vou ficar dizendo sobre o lado pessoal pois é anti-ético.

Mas Jeremy é uma das minhas músicas favoritas e ela não é cantada, e sim narrada pelo Eddie Vedder pois é uma história contada em fato real.

Tradução da Música Jeremy.

Em casa
Desenhando figuras de topos de montanhas
Com ele no topo, sol amarelo limão
Braços erguidos em "V"
Os mortos estendidos em poças de cor marron embaixo deles

Papai não deu atenção
Para o fato de que a mamãe não se importava
Rei Jeremy, o perverso
Governou seu mundo

Jeremy falou na aula de hoje
Jeremy falou na aula de hoje

Me lembro claramente
Perseguindo o garoto
Parecia uma sacanagem inofensiva

Mas nós libertamos um leão
Que rangeu os dentes
E mordeu os seios da menina na hora do intervalo

Como eu poderia esquecer?
E me acertou com um soco de esquerda de surpresa
Meu maxilar ficou machucado

Deslocado e aberto
Assim como no dia
Como dia em que ouvi

Papai não dava afeto, não
E o garoto era algo
Que mamãe não aceitaria
Rei Jeremy, o perverso
Governou seu mundo

(3x)
Jeremy falou na aula de hoje

Tente esquecer isso
Tente apagar isso
Do quadro negro

(2x)
Jeremy falou na aula de hoje

(2x)
Jeremy falou
Falou

Jeremy falou na aula de hoje


No dia 2 de novembro de 1993 o clipe Jeremy do Pearl Jam foi recebido como o melhor clipe do ano no VMA da MTV. Só entrar neste link e ver.

Este post foi feito pelo em homenagem ao Eddie Vedder que completa 48 anos de idade, e não tem como fazer um post de aniversário do Vocalista do Pearl Jam e Locutor de Rádio. Neste dia 12 de Dezembro ele cantou junto com Roger Watters do Pink Floyd no Tributo pela vítima do Furacão Sandy que foi um mega Show.

Deixei um link do post "Feliz Aniversário Eddie Vedder"

Espero que todos gostem deste post e peço para que curtam e espalhem

Paul McCartney será vocalista do NIRVANA em tributo

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012| 0
Essa notícia para mim não agradou pois Paul McCartney não tem nada a ver com NIRVANA apesar dele ter uma grande história, eu vou deixar para depois, pois eu vou anexar o que foi publicado no site da revista Caras e depois darei a minha opinião no fim do Post.


Paul McCartney assumirá o microfone do extinto power trio Nirvana em concerto beneficente após quase vinte anos do fim da banda

Embora tenha conquistado o título de um dos maiores músicos do mundo ao lado dos Beatles, Sir Paul McCartney (70) reservou seu retorno aos palcos na noite desta quarta-feira, 12, para cantar à frente do extinto Nirvana, que acabou em 1994, após o suicídio do vocalista Kurt Cobain (1967-1994).


Paul McCartney cantará em reencontro dos integrantes do Nirvana

Esta é a primeira vez que os integrantes do Nirvana se reúnem em quase vinte anos e, além da honra mútua de dividirem o palco com um ex-Beatle, o encontro contará ainda com a apresentação de uma música nova da banda grunge.

Segundo famoso tabloide inglês, McCartney estaria trabalhando secretamente com Dave Grohl (43) e Krist Novoselic (47) depois de uma jam session realizada pelo trio recentemente em estúdio. Em um desses encontros, o ex-Beatle teria sugerido convocar Pat Smear (53) como o quarto elemento do reencontro do Nirvana.

“Eu não sabia exatamente quem eles eram, até que eles começaram a dizer como era bom se encontrarem de novo. Então pensei: ‘Uau! Vocês não tocam juntos há todo esse tempo?’”, disse Paul McCartney fazendo menção à sintonia da dupla. “Então sussurraram no meu ouvido ‘Isso é Nirvana e você será Kurt’. Não consegui acreditar!”, completou.

O encontro entre Nirvana e Paul McCartney faz parte de um concerto beneficente 12.12.12, em prol das vítimas do furacão Sandy, que abalou alguns Estados da costa leste dos Estados Unidos, Canadá, Jamaica, Cuba, Bahamas, Haiti e República Dominicana no último mês de outubro.

Então vai acontecer um evento beneficente, porém Paul McCartney não tem nada a ver com NIRVANA e não pode substituir Kurt Cobain por causa que Paul veio de uma geração britânica e formaram uma banda completamente calma diferente do Nirvana que GRUNGE vindo do Punk Rock com músicas agressivas como Kurt criou e gravou. É algo que não tem haver, mas vamos ver a reação de tudo isso